quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Vulcões são 'engolidos' por fenda tectônica no Pacífico

Novas imagens computadorizadas do fundo do mar obtidas através de sonar - através de ressonância - revelaram como vulcões submarinos são "engolidos" pela fenda entre duas placas tectónicas no Oceano Pacífico.
As imagens feitas pela equipa de pesquisadores das universidades de Oxford e Durham, na Grã-Bretanha, revelaram uma fila de vulcões de milhares de metros de altitude a ser engolida pela falha à medida que estes se deslocam em direção ao abismo.
A falha tem quase 11 quilómetros de profundidade e poderia facilmente acomodar em seu interior o Monte Everest.
Os pesquisadores afirmam que entender melhor esse fenmómeno - sobretudo no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais ativas da Terra - pode aperfeiçoar os sistemas de alerta de terramotos subaquáticos e tsunamis. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,vulcoes-sao-engolidos-por-fenda-tectonica-no-pacifico,807909,0.htm

Reflexão: Esta notícia é sobre placas tectónicas, círculo de fogo do Pacífico e sobre vulcões submarinos.É uma notícia interessante e que, de certa parte, se relaciona com a matéria que lecionámos em Biologia e Geologia.

Terra formou-se por colisão de vários tipos de meteoritos, dizem cientistas

Uma equipa de cientistas franceses descobriu que a formação da Terra, contrariamente ao pensado até agora, não aconteceu pela colisão de um só tipo de meteorito, segundo informou o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) da França. 
O grupo de especialistas analisou isótopos de silício terrestre e outros materiais procedentes de diferentes condritas de enstatita, o tipo de meteorito mais frequente dos caídos no planeta. Esta nova descoberta, segundo o CNRS, não resolve de maneira completa a questão sobre a origem da Terra, mas abre uma via interessante de análise.
A suposição inicial de que a Terra surgiu a partir de um só tipo de condritas tinha sido consequência da "surpreendente semelhança" entre a composição isotópica das amostras terrestres analisadas e a dessas condritas. Mas no estudo viu-se que se o núcleo terrestre procedesse da soma de um único tipo de condrita a temperatura de formação do magma no centro do planeta seria de 1,5 mil graus Kelvin, muito inferior aos 3 mil graus que indicam os modelos anteriores.
A pesquisa, cujos resultados foram publicados nesta sexta também na revista científica Science, revela igualmente que os isótopos de silício medidos em rochas terrestres e lunares eram similares. Isto sugere, segundo as conclusões, que o material que compõe o corpo da Lua fez parte do núcleo terrestre antes de ela se formar, o que reforça a teoria que o satélite originou-se devido à colisão de um protoplaneta contra a Terra.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,terra-se-formou-por-colisao-de-varios-tipos-de-meteoritos-dizem-cientistas,852454,0.htm

Reflexão: Aqui está mais uma teoria sobre a formaçaão da Terra e sobre o tipo de meteoritos que a compuseram.Isto prova que tudo na ciência pode ser alterado de um momento para o outro.

domingo, 9 de dezembro de 2012

“Portugal está entre os países líderes no desenvolvimento sustentável”

Apesar de sermos um pequeno País, Björn Stigson elogia o caminho trilhado na eficiência energética.
Este momento de crise financeira mundial tem servido para debater a necessidade de o mundo adoptar um "crescimento verde", isto é crescer com menos recursos. Björn Stigson lidera o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e elogia Portugal pelo caminho escolhido, em entrevista ao Diário Económico, à margem da 11ª conferência do BCSD Portugal (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável).
Como olha para as empresas portuguesas e as suas preocupações de crescimento sustentável?
Comparando a dimensão de Portugal, vocês estão entre os países líderes no que respeita às preocupações com o desenvolvimento sustentável. Mas isso não implica que todas as empresas portuguesas tenham preocupações similares. Não tenho números sobre isso. Quando olho para as empresas portuguesas vejo que existe uma grande preocupação e conhecimento sobre matérias que defendemos no WBCSD.

A transformação para uma sociedade verde, como Portugal faz quando financia as energias renováveis, implica custos elevados para os contribuintes?
Deve-se olhar como um investimento e não um custo. Tratam-se de tecnologias que irão criar capacidades que poderão ser exportadas. É um investimento vantajoso no longo prazo, face ao consumo de combustíveis fósseis.

Dê-me exemplos de projectos com empresas portuguesas?
Envolvemos as indústrias das florestas, como a Portucel, e do cimento, com a Cimpor, em projectos internacionais.

A crise financeira portuguesa poderá retroceder a aplicação dos princípios sustentáveis nas empresas?
Certamente que terá impacto no curto prazo. Mas o que se vê neste momento é uma discussão sobre o crescimento verde do mundo. O objectivo é conciliar o crescimento económico com menos recursos e menos poluição. Portanto, a crise criou uma nova mentalidade para encontrarmos soluções mais acertadas para atingirmos o crescimento 

 económico.



Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-esta-entre-os-paises-lideres-no-desenvolvimento-sustentavel_129129.html

Reflexão:  Esta é uma notícia digna de ser partilhada, Portugal está entre os líderes no que toca ao desenvolvimento sustentável, que por sua vez, é o que estamos a estudar em Biologia e Geologia.

domingo, 25 de novembro de 2012


Curiosity revela peculiaridade geológica em montanha de Marte 

O robô Curiosity, da Nasa, enviou as primeiras imagens a cor e em alta resolução do Mount Sharp, situado no centro da cratera Gale, onde o veículo aterrisou em Marte. A montanha, com 5,5 quilômetros de altura, tem intrigado os cientistas por uma peculiaridade geológica que têm chamado de "Grand Canyon ao contrário". As camadas rochosas mais perto do cume são inclinadas em relação às que se encontram por baixo. 

- No Grand Canyon, as camadas são inclinadas devido às placas tectônicas. Por este motivo, é normal ver as camadas antigas mais deformadas do que as que se encontram acima - explica John Grotzinger, cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia e um dos envolvidos com o projeto.

A Nasa prevê que o Curiosity chegue ao sopé do Mount Sharp daqui a um ano.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/curiosity-revela-peculiaridade-geol%C3%B3gica-montanha-marte-134200891.html 

Reflexão geral: Esta notícia mostra-nos a diferença de um ambiente para outro,de um planeta para outro.Mostra que todos os dias nos pode aparecer uma paisagem nova devido a um certo tipo de condições.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Astrónomos descobrem planeta fora do Sistema Solar que pode abrigar vida
 
Astrónomos de universidades europeias divulgaram nesta quinta-feira (8 de novembro de 2012) ter descoberto um possível planeta habitável fora do Sistema Solar. O HD40307g tem uma massa sete vezes maior do que a da Terra e é o exoplaneta mais longe, entre os seis do seu sistema, da estrela HD40307, que está a 42 anos-luz.
Esta distância, semelhante a da órbita do nosso planeta para o Sol, é ideal para que o exoplaneta receba energia e calor suficientes para manter água em estado líquido em sua superfície e atmosfera estável para que seja habitado. Além disso, segundo os astrónomos, é provável que o HD40307g faça rotação em seu próprio eixo, uma vez que orbita essa estrela massiva, criando momentos diurnos e noturnos no planeta, outro fator semelhante ao da Terra.
A pesquisa, que será publicada no renomado periódico Astronomy & Astrophysics, foi liderado Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, e Guillem Anglada-Escude, Universidade de Goettingen, na Alemanha. 
A estrela HD 40307, um pouco menor e um pouco mais fria que o nosso Sol, já era conhecida dos astrónomos. Mas pesquisas anteriores apontavam apenas três objetos muito próximos ao seu redor – o que dificultava o surgimento da vida.
Só após cruzar dados do espectrógrafo Harps, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), o mais preciso do mundo para buscar planetas fora do Sistema Solar, o grupo conseguiu detectar sinais de três novos mundos na órbita da estrela, entre eles o exoplaneta HD40307g.
O estudo ressalta, também, que este não é a primeira vez que um estudo descobre um exoplaneta com potencial para abrigar a vida: a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) conseguiu comprovar no início do ano que o Kepler 22b, detectado em 2009 pela missão espacial Kepler, está apto para ser habitável. Mesmo tendo condições similares às do HD40307g, ele fica muito longe da Terra, a cerca de 600 anos-luz, ao contrário da nova descoberta.

Reflexão : Esta notícia mostra o que estivemos a estudar hoje em Biologia e Geologia.Falámos de planetas habitavéis e aqui está um exemplo, um de muitos exemplos que devem existir pelo universo fora mas que ainda nao temos acesso infelizmente.Achei esta notícia opurtuna visto que fala da matéria leccionada.

Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/11/08/astronomos-descobrem-planeta-fora-do-sistema-solar-que-pode-abrigar-vida.htm

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A Terra formou-se por colisão de vários tipos de meteoritos, dizem cientistas

Nova descoberta abre novos caminhos para a análise da origem do planeta - Arquivo/AE  Um grupo de especialistas analisou isótopos de silício terrestre e outros materiais procedentes de diferentes condritas de enstatita, o tipo de meteorito mais frequente dos caídos no planeta. Esta nova descoberta, segundo o CNRS, não resolve de maneira completa a questão sobre a origem da Terra, mas abre uma via interessante de análise.A suposição inicial de que a Terra surgiu a partir de um só tipo de condritas tinha sido consequência da "surpreendente semelhança" entre a composição isotópica das mostras terrestres analisadas e a dessas condritas. Mas no estudo viu-se que se o núcleo terrestre procedesse da soma de um único tipo de condrita a temperatura de formação do magma no centro do planeta seria de 1,5 mil graus Kelvin, muito inferior aos 3 mil graus que indicam os modelos anteriores.

A pesquisa revela igualmente que os isótopos de silício medidos em rochas terrestres e lunares eram similares. Isto sugere, segundo as conclusões, que o material que compõe o corpo da Lua fez parte do núcleo terrestre antes de ela se formar, o que reforça a teoria que o satélite originou-se devido à colisão de um protoplaneta contra a Terra.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,terra-se-formou-por-colisao-de-varios-tipos-de-meteoritos-dizem-cientistas,852454,0.htm

Comentário: Com esta notícia ficamos a saber que existe mais uma teoria sobre a formação da Terra.mais uma teoria que ganha cada vez mais força com recentes estudos como podemos ver acima.

Reflexão geral: Neste momento em geologia estamos a estudar a Terra,o sistema Solar e o universo e penso que esta notícia se adequa perfeitamente ao assunto.

Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia


 


O fotógrafo britânico Alexander Mustard registou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
A aventura para conhecer a "fronteira" entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.
Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.
Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram "o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas".
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.
Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registo fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.
Placas tectônicas

A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.
De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma "colcha de retalhos" de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.

Fonte:  http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mergulhador-fotografa-divisao-entre-placas-tectonicas-na-islandia,718319,0.htm

Comentário: Esta notícia mostra-nos uma excelente imagem do nosso planeta que está sempre em movimento.Podemos testemunhar com esta notícia os limites entre 2 placas tectónicas que se encontram submersas.Esta pareceu-me uma excelente notícia para colocar no meu e-portefólio porque uma das matérias que acabámos de estudar em Geologia foi precisamente a tectónica de placas.

Reflexão geral: Esta pareceu-me uma excelente notícia para colocar no meu e-portefólio porque uma das matérias que acabámos de estudar em Geologia foi precisamente a tectónica de placas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cordilheira do Himalaia 'cresce' 4 milímetros por ano

 




A neve no topo do Himalaia parece eterna e adormecida, mas não está: cresce a um ritmo anual de quatro milímetros devido à pressão das placas tectônicas, o que aumenta no Nepal o temor por um terremoto.

O fenômeno escapa ao olho humano, mas data de milhões de anos. A placa indiana desliza com lentidão sob a placa eurasiática, e essa pressão levanta pouco a pouco as montanhas mais altas da terra.

"O subcontinente indiano está situado sobre a placa tectônica indo-asiática, que empurra a europeia a cada ano em direção ao norte", disse à Agência Efe o geólogo Sudhir Rajouria, do Departamento de Minas e Geologia do Governo do Nepal.

Há centenas de milhões de anos, o subcontinente indiano estava situado, segundo os geólogos, onde hoje está a ilha africana de Madagascar, e desde este local iniciou sua viagem para o nordeste pelo movimento da litosfera terrestre. "Há 50 ou 55 milhões de anos, o subcontinente bateu na placa eurasiática, na qual está o Tibete", explicou Rajouria.

O impacto entre as duas gigantescas massas terrestres deve ter sido intenso, afinal criou a cordilheira mais alta da terra: o Himalaia, uma fileira de 2.200 quilômetros de montanhas, onde estão o Everest e grande parte dos picos mais procurados pelos alpinistas.

A ação das placas pode ser sentida: a cordilheira, segundo Rajouria, cresce por ano 4 milímetros para o alto, porque a placa indiana segue deslizando entre 2 e 2,5 centímetros anuais sob a eurasiática.


Fonte:  http://www.estadao.com.br/noticias/vidae%2ccordilheira-do-himalaia-cresce-4-milimetros-por-ano%2c724726%2c0.htm 

Comentário: Esta notícia é a prova de que a Terra está constantemente a alterar as suas formas.As montanhas estão em cresimento devido a um choque de placas tectónicas.

Reflexão: Esta notícia é um exemplo da matéria que estamos a estudar em geologia.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Foi descoberto o vulcão que arrefeceu a Terra no séc.XIII

Cientista diz ter descoberto qual o vulcão que arrefeceu a Terra no século XIII

Enigma da vulcanologia só será desvendado com a publicação do estudo realizado por Franck Lavigne

2012-06-18

O vulcão responsável estará situado na Indonésia, acredita a comunidade científica
O vulcão responsável estará situado na Indonésia, acredita a comunidade científica.
Um dos grandes mistérios da vulcanologia pode estar prestes a ser resolvido. No século XIII, uma das mais potentes erupções dos últimos sete mil anos largou nuvens de cinza que provocaram um arrefecimento temporário do planeta.

Os cientistas tinham indícios da ocorrência deste fenómeno, mas não sabiam onde nem quando aconteceu com exactidão. Franck Lavigne, da Universidade de Panthéon-Sorbonne (França), acredita ter resolvido o mistério, mas só vai revelar os resultados da investigação com a publicação dos mesmos.

O investigador partilhou dados e fotografias dos vestígios daquele que defende ser o super-vulcão num encontro da União Geofísica Americana (AGU). No entanto, diz que só revela o nome do mesmo no trabalho que publicar numa revista com revisão por pares. Provavelmente, o vulcão será um dos muitos que se encontram na Indonésia.

Esta grande erupção está datada, até agora, do ano 1258, já que núcleos de gelo da Gronelândia e da Antárctida contêm enormes quantidades de enxofre dessa época. Anéis das árvores, registos históricos e outras provas revelam que o planeta arrefeceu pouco tempo depois.

A erupção libertou partículas de enxofre para a atmosfera superior que se estenderam por todo o mundo. Estas, porque reflectiam a luz solar, ajudaram a provocar um arrefecimento temporário do planeta.

Até agora, os principais candidatos a protagonistas da erupção eram El Chichón (México) e Quilotoa (Andes equatorianos). No entanto, a composição química das rochas dos vulcões não coincide com o enxofre de 1258 encontrado no gelo.

No encontro, Lavigne mostrou análises geoquímicas de rochas do seu 'vulcão mistério'. Segundo ele, coincidem com a química do enxofre polar. Além disso, o investigador acredita que a erupção aconteceu antes do que se pensava, na Primavera ou no Verão de 1257.


Comentário:  Como se pode ver com esta notícia, os cientistas estão sempre a resolver novos mistérios.
                         Este sempre foi um grande enigma da vulcanologia e agora está prestes a ser descoberto.
                          Espero que esta notícia seja tão interessante para as pessoas que a lerem como foi para mim.

Reflexão: Penso que fiz bem em pôr aqui esta notícia porque se trata de um assunto que estamos a estudar em Geologia este ano. 

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54541&op=all