domingo, 14 de abril de 2013

Processo de fotossíntese artificial avança nos EUA

Embora tenha sido apresentado com folhas verdes, processo usa componentes eletrônicos  - Wikimedia 
 A busca pela fotossíntese artificial acaba de dar mais um importante passo. A novidade foi apresentada neste domingo, 27, em Anaheim, nos Estados Unidos, por um grupo de cientistas que desenvolveu uma folha artificial capaz de produzir energia. 





Na 241ª reunião nacional da American Chemical Society, o grupo liderado por Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), descreveu uma célula solar do tamanho de um baralho de cartas capaz de imitar a fotossíntese, processo por meio do qual as plantas convertem luz e água em energia.
A fotossíntese artificial é investigada em centros de pesquisa de diversos países e foi um dos principais assuntos debatidos no Workshop BIOEN/PPP Ethanol on Sugarcane Photosynthesis, realizado pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia em 2009.
"Uma folha artificial funcional tem sido uma espécie de cálice sagrado da ciência há décadas e acreditamos que tenhamos conseguido desenvolvê-la. Nossa folha se mostrou promissora como uma fonte de energia de baixo custo para residências pobres em países em desenvolvimento, por exemplo. Nosso objetivo é fazer com que cada casa tenha sua própria geração de eletricidade", disse Nocera.
Apesar de ter como base as folhas verdes, o dispositivo apresentado pelos cientistas norte-americanos em nada lembra um vegetal, com exceção do resultado energético. O equipamento é feito de silício e cheio de componentes eletrônicos e catalisadores, usados para acelerar reações químicas. Colocado em um balde com água sob a luz do Sol, o pequeno aparelho divide a água em seus dois componentes básicos: hidrogénio e oxigénio.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,processo-de-fotossintese-artificial-avanca-nos-eua-,698449,0.htm

Comentário: Esta notícia trata-se de um grande avanço na tecnologia que nos pode vir a ser muito util.A fotossíntese é um dos assuntos que estamos a estudar em biologiae que se trata de um fenónemo muito complexo.

Micróbios em alta

 
Estudo encontra quantidade inesperada de bactérias em regiões elevadas da atmosfera. Esses microrganismos podem ter importante papel no clima, na formação de nuvens e chuva e na dispersão de doenças pelo mundo
Pesquisadores norte-americanos coletaram amostras de ar de regiões da atmosfera localizadas a até 15 km de altitude e descobriram que há muito mais micróbios por lá do que se pensava: cerca de 20% das partículas em suspensão são bactérias. A descoberta não é importante apenas para biólogos; ela pode influenciar o que se sabe sobre o clima.
Isso porque as bactérias têm papel na formação de nuvens, chuva e neve. Elas oferecem a superfície ideal para que o vapor d’água se condense em gotículas que compõem a nuvem. Além disso, certos gêneros de bactérias, como as Pseudomonas, possuem em sua membrana externa uma proteína que desencadeia a formação de cristais de gelo quando em contato com a água.
As bactérias têm papel na formação de nuvens, chuva e neve 
Estudos anteriores já haviam descrito a importância das bactérias nesses processos climáticos, mas, na maioria dos casos, a análise feita era de micróbios coletados em altitudes mais baixas. A pesquisa atual, publicada na revista científica Pnas, analisou os microrganismos da parte mais alta da troposfera, onde era menos provável encontrar tantas bactérias em função da alta exposição a raios ultravioletas, mortais aos micróbios.
“Ficamos surpresos de encontrar uma porcentagem tão alta de bactérias”, conta a bióloga Natasha de Leon-Rodriguez, autora principal do estudo, da Universidade Georgia Tech, nos Estados Unidos. “Isso indica que os microrganismos podem ter um impacto ainda maior do que se pensava na formação de nuvens, substituindo ou suplementando as partículas de poeira e sal que normalmente servem de núcleo para formação de gelo.”


Fonte:  http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/01/microbios-em-alta/?searchterm=Micr%C3%B3bios%20em%20alta



Comentário: Esta é uma notícia que pode alterar muitas coisas no que toca á biologia e ao clima. Esta foi uma grande descoberta que relaciona 2 temas que já abordamos em biologia, a atmosfera e os micróbios.