domingo, 25 de novembro de 2012


Curiosity revela peculiaridade geológica em montanha de Marte 

O robô Curiosity, da Nasa, enviou as primeiras imagens a cor e em alta resolução do Mount Sharp, situado no centro da cratera Gale, onde o veículo aterrisou em Marte. A montanha, com 5,5 quilômetros de altura, tem intrigado os cientistas por uma peculiaridade geológica que têm chamado de "Grand Canyon ao contrário". As camadas rochosas mais perto do cume são inclinadas em relação às que se encontram por baixo. 

- No Grand Canyon, as camadas são inclinadas devido às placas tectônicas. Por este motivo, é normal ver as camadas antigas mais deformadas do que as que se encontram acima - explica John Grotzinger, cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia e um dos envolvidos com o projeto.

A Nasa prevê que o Curiosity chegue ao sopé do Mount Sharp daqui a um ano.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/curiosity-revela-peculiaridade-geol%C3%B3gica-montanha-marte-134200891.html 

Reflexão geral: Esta notícia mostra-nos a diferença de um ambiente para outro,de um planeta para outro.Mostra que todos os dias nos pode aparecer uma paisagem nova devido a um certo tipo de condições.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Astrónomos descobrem planeta fora do Sistema Solar que pode abrigar vida
 
Astrónomos de universidades europeias divulgaram nesta quinta-feira (8 de novembro de 2012) ter descoberto um possível planeta habitável fora do Sistema Solar. O HD40307g tem uma massa sete vezes maior do que a da Terra e é o exoplaneta mais longe, entre os seis do seu sistema, da estrela HD40307, que está a 42 anos-luz.
Esta distância, semelhante a da órbita do nosso planeta para o Sol, é ideal para que o exoplaneta receba energia e calor suficientes para manter água em estado líquido em sua superfície e atmosfera estável para que seja habitado. Além disso, segundo os astrónomos, é provável que o HD40307g faça rotação em seu próprio eixo, uma vez que orbita essa estrela massiva, criando momentos diurnos e noturnos no planeta, outro fator semelhante ao da Terra.
A pesquisa, que será publicada no renomado periódico Astronomy & Astrophysics, foi liderado Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, e Guillem Anglada-Escude, Universidade de Goettingen, na Alemanha. 
A estrela HD 40307, um pouco menor e um pouco mais fria que o nosso Sol, já era conhecida dos astrónomos. Mas pesquisas anteriores apontavam apenas três objetos muito próximos ao seu redor – o que dificultava o surgimento da vida.
Só após cruzar dados do espectrógrafo Harps, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), o mais preciso do mundo para buscar planetas fora do Sistema Solar, o grupo conseguiu detectar sinais de três novos mundos na órbita da estrela, entre eles o exoplaneta HD40307g.
O estudo ressalta, também, que este não é a primeira vez que um estudo descobre um exoplaneta com potencial para abrigar a vida: a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) conseguiu comprovar no início do ano que o Kepler 22b, detectado em 2009 pela missão espacial Kepler, está apto para ser habitável. Mesmo tendo condições similares às do HD40307g, ele fica muito longe da Terra, a cerca de 600 anos-luz, ao contrário da nova descoberta.

Reflexão : Esta notícia mostra o que estivemos a estudar hoje em Biologia e Geologia.Falámos de planetas habitavéis e aqui está um exemplo, um de muitos exemplos que devem existir pelo universo fora mas que ainda nao temos acesso infelizmente.Achei esta notícia opurtuna visto que fala da matéria leccionada.

Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/11/08/astronomos-descobrem-planeta-fora-do-sistema-solar-que-pode-abrigar-vida.htm

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A Terra formou-se por colisão de vários tipos de meteoritos, dizem cientistas

Nova descoberta abre novos caminhos para a análise da origem do planeta - Arquivo/AE  Um grupo de especialistas analisou isótopos de silício terrestre e outros materiais procedentes de diferentes condritas de enstatita, o tipo de meteorito mais frequente dos caídos no planeta. Esta nova descoberta, segundo o CNRS, não resolve de maneira completa a questão sobre a origem da Terra, mas abre uma via interessante de análise.A suposição inicial de que a Terra surgiu a partir de um só tipo de condritas tinha sido consequência da "surpreendente semelhança" entre a composição isotópica das mostras terrestres analisadas e a dessas condritas. Mas no estudo viu-se que se o núcleo terrestre procedesse da soma de um único tipo de condrita a temperatura de formação do magma no centro do planeta seria de 1,5 mil graus Kelvin, muito inferior aos 3 mil graus que indicam os modelos anteriores.

A pesquisa revela igualmente que os isótopos de silício medidos em rochas terrestres e lunares eram similares. Isto sugere, segundo as conclusões, que o material que compõe o corpo da Lua fez parte do núcleo terrestre antes de ela se formar, o que reforça a teoria que o satélite originou-se devido à colisão de um protoplaneta contra a Terra.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,terra-se-formou-por-colisao-de-varios-tipos-de-meteoritos-dizem-cientistas,852454,0.htm

Comentário: Com esta notícia ficamos a saber que existe mais uma teoria sobre a formação da Terra.mais uma teoria que ganha cada vez mais força com recentes estudos como podemos ver acima.

Reflexão geral: Neste momento em geologia estamos a estudar a Terra,o sistema Solar e o universo e penso que esta notícia se adequa perfeitamente ao assunto.

Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia


 


O fotógrafo britânico Alexander Mustard registou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
A aventura para conhecer a "fronteira" entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.
Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.
Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram "o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas".
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.
Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registo fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.
Placas tectônicas

A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.
De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma "colcha de retalhos" de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.

Fonte:  http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mergulhador-fotografa-divisao-entre-placas-tectonicas-na-islandia,718319,0.htm

Comentário: Esta notícia mostra-nos uma excelente imagem do nosso planeta que está sempre em movimento.Podemos testemunhar com esta notícia os limites entre 2 placas tectónicas que se encontram submersas.Esta pareceu-me uma excelente notícia para colocar no meu e-portefólio porque uma das matérias que acabámos de estudar em Geologia foi precisamente a tectónica de placas.

Reflexão geral: Esta pareceu-me uma excelente notícia para colocar no meu e-portefólio porque uma das matérias que acabámos de estudar em Geologia foi precisamente a tectónica de placas.